Quero compartilhar com vocês algumas mensagens e vídeos, que eu li ou assisti em algum site ou blog e que acrescentaram em minha vida. Com certeza vai somar em sua vida também. Vamos aproveitar...
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domingo, 11 de julho de 2010

O Pai e a Filha I



O Pai disse:
   Vem, filha, vamos viajar juntos.
   Para onde iremos, Pai?
   Para uma terra distante, outro reino.
   Então a viagem será longa?
   Sim, precisamos viajar todos os dias.
   Quando chegaremos ao nosso destino?
   No final de seus dias.
   E quem irá conosco?
   A Alegria e a Tristeza.
   A Tristeza precisa ir também?
   Sim, é necessário para manter você perto de Mim.
   Mas eu só quero a Alegria.
   Somente com a Tristeza você conhecerá a verdadeira Alegria.
   O que preciso levar?
   Um coração desejoso de Me seguir.
   O que devo fazer em minha jornada?
   Você deve fazer apenas uma coisa - ficar bem junto a Mim. Não deixe que nada a distraia.
   Mantenha sempre os olhos em Mim.
   E o que eu vou ver?
   Verá a Minha Glória.
   E o que eu conhecerei?
   Conhecerá o Meu Coração.
O Pai estendeu Sua mão.
A filha, conhecendo o grande amor que o Pai tinha por ela, colocou sua mão na mão dEle e iniciou a jornada.

Fonte: Trecho do livro A Jornada de uma Mulher ao Coração de Deus

quinta-feira, 8 de julho de 2010

A Decisão de Dizer "Não"


 

Jesus falou: "Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-me" (Lucas 9:23).

Quando decido crer em Deus, preciso aceitar o Seu plano e o Seu roteiro para minha viagem. Hebreus 12:1 diz que para nós corrermos "a carreira que nos está proposta". Sacrificando Seu Filho, Deus nos comprou e agora somos Seus filhos. Ele é nosso Pai e assume amorosamente as responsabilidades pelas nossas vidas. Cabe a nós confiar nEle, desistindo de nossos planos, dizendo "não" a nós mesmos e permitindo que Ele fique no controle.

Essa rendição é essencial em nossa jornada, se queremos seguir o caminho designado por Deus para nós. Para renunciar, desistir e nos dobrar ao Senhor, precisamos colocar de lado, desnudar e levar à morte nosso próprio eu. Isso deve acontecer para que possamos nos apropriar do novo eu que recebemos quando encontramos Jesus.

Fonte: Trecho do livro A Jornada de uma Mulher ao Coração de Deus

Você confia no roteiro de Deus para a sua jornada?

quarta-feira, 7 de julho de 2010

A Imagem da Mulher que se Rende




Ela estava arrumando as malas para uma viagem sem volta. Tinha o coração pesado, pois estava deixando seus pais, seu país e tudo o que conhecia. O marido havia sido enterrado ali e provavelmente ela nunca mais veria seu túmulo.

Ela estava indo para um país estrangeiro, junto com sua sogra. Ela queria ir. Depois de ter-se casado e entrado naquela família, tinha descoberto algo maravilhoso, espiritual. Tinha encontrado a Deus. Sua sogra, Noemi, que tinha perdido os dois filhos e o marido, queria retornar ao seu país. A fome havia terminado, e era chagada a hora de ir ter com seu povo.

Rute estranhamente sentira que aquele era o seu povo também. Eram os escolhidos de Deus, e Rute acreditava neles. Sem Noemi, ela teria apenas os seus conhecimentos e adoraria a Deus sozinha. Precisava acompanhar a sogra não apenas para ser uma boa nora, mas, acima de tudo, para crescer no conhecimento de Deus.

Noemi tinha deixado bem claro para Rute que, se fossem para Belém, as duas viveriam sozinhas. Como ambas eram viúvas, viveriam em condições difíceis. Rute teria de trabalhar no campo catando os restos das plantações para prover o alimento às duas. Era prática comum os pobres saírem atrás das pessoas que colhiam para catar os grãos que sobravam no chão. Rute não apenas teria de se sujeitar a um trabalho difícil como também ao ridículo e à humilhação. Ela estaria vulnerável aos homens que trabalhavam no campo. Mas qualquer sacrifício por esse Deus que ela havia encontrado era válido e ela se comprometeu a buscar refúgio sob as Suas asas, entre o Seu povo.

Rute desejava submeter-se ao processo que Deus tinha escolhido para ela na jornada ao Seu coração. Seu desejo foi colocado em prática quando ela se comprometeu a seguir Noemi até Belém e também com sua maravilhosa proclamação à sogra: "...porque aonde quer que fores, irei eu, e onde quer que pousares, pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus. Onde quer que morreres, morrerei eu, e aí serei sepultada..." (Rute 1:16-17)

Por que Rute se ofereceu voluntariamente para fazer uma viagem a um país estrangeiro, com uma sogra que a desencorajava? Não havia nada fascinante; pelo contrário, apenas uma realidade de dura sobrevivência. A verdadeira motivação para Rute se dispor para a jornada era o coração de Deus. Isso significava renunciar a tudo o que conhecia e amava. Ela havia avaliado o custo e, em sua vida, Deus valia a pena.

Fonte: Trecho do livro A Jornada de uma Mulher ao Coração de Deus

sábado, 3 de julho de 2010

Colocando o Foco em uma Única Coisa



O jovem foi forçado a fazer uma viagem que não queria. Ele estava exilado em um país estrangeiro. Pediram que seguisse as práticas da cultura pagã na qual fora colocado. Como ele iria honrar ao seu Deus? Como poderia manter-se íntegro em meio a tanta perversidade? Como poderia permanecer em comunhão com Deus se um decreto proibia qualquer um de orar? A pena para quem desobedecesse era a morte na cova dos leões. Será que ele deveria sacrificar sua vida para passar momentos com Deus? Afinal de contas, o decreto duraria apenas um mês. Com certeza ele poderia renunciar a isso por um mês - sua própria vida estava em jogo.

O que ele fez? "Daniel, pois, quando soube que a escritura estava assinada, entrou em sua casa, e, em cima, no seu quarto, onde havia janelas abertas da banda de Jerusalém, três vezes no dia se punha de joelhos, e orava, e dava graças, diante do seu Deus, como costumava fazer" (Daniel 6:10).

Como Maria, Daniel cria que havia somente uma coisa com que se preocupar. Tempo com Deus e nossa comunhão com Elesão as prioridades. Ken Gire expressa bem isso:

Não quero viver na cozinha das atividades religiosas,
distraído com os preparativos. Não quero viver atolado
lavando as panelas e preocupado com inúmeras coisas.
Quero viver aos pés do Salvador, olhando Seus olhos,
escutando Suas palavras.

Que marcante ter um Guia pessoal em sua viagem. Um Guia que se preocupa com cada necessidade sua e deseja a sua companhia. Ele é paciente e bom. Ele a protegerá de qualquer coisa na estrada que a conduz ao seu destino. Ele sabe exatamente aonde você deve ir e a guiará pelos melhores lugares. Ele é Guia perfeito. Ele deseja leva-lá para mais perto de Seu coração.

Encontrei um bom Amigo, ó que Amigo!
Tão bom, verdadeiro e amoroso.
Tão sábio, conselheiro e Guia,
Um poderoso Defensor!
Que poder pode separar minha alma
Daquele que me ama tanto?
Será a vida ou a morte,
A terra ou o céu?
Não! Sou dEle para sempre.

Fonte: trecho do livro A Jornada de Uma Mulher ao Coração de Deus

quarta-feira, 30 de junho de 2010

O Retrato da Mulher que Teme a Deus



O exemplo da mulher de Deus em provérbios 31 continua a ter profunda influência em minha vida. Ela está sempre disponível como um modelo de excelência. É fácil vê-la como extremamente talentosa, muito ocupada - e perfeita! Não é bem assim: sabemos que ela era um ser humano imperfeito e mal posso acreditar que fosse mais ocupada do que somo hoje. Sua vida está resumida no v. 30: "Enganosa é a graça e vã a formosura, mas a mulher que teme ao Senhor, essa será louvada".

O que ela fazia de tão importante? Vamos dar uma olhada. Sabemos que tomava conta de sua família, de sua casa, dela mesma. Tinha empregados para ajudá-la, mas isto acontece conosco também -- lava-louças, máquina de lavar roupas, secadoras, micro-ondas e assim por diante, porém sem nenhum problema emocional! Ela era organizada e usava seu talento para obter retorno financeiro. Preocupava-se com as necessidades físicas e espirituais das outras pessoas. Gostava de estar com boa aparência. Para mim, era igualzinha a uma mulher dos anos 90!

Então, o que a fez ganhar a medalha de ouro do escritor de Provérbios? O que a tornou tão especial para valer muito mais que "finas jóias"?

Um olhar mais profundo revela o que a fazia virtuosa e especial. A linha mestra de sua vida era o temor a Deus. Como ela temia ao Senhor, ministrava bem à sua família. Família pode incluir pais, marido, filhos, irmãos, os entes queridos - qualquer um mais perto de nós e que confia em nosso cuidado. Ela fazia o que podia para encorajar as pessoas de quem era íntima e por quem era responsável. Certamente ela sabia que um dia prestaria contas de seu relacionamento com aqueles a quem Deus lhe confiara. Por temer a Deus, era organizada. O fato de sua lâmpada estar sempre acesa significa que ela possuía óleo suficiente para mantê-la funcionando durante a noite. Alguns apontam isso como sinal de hospitalidade para com os estranhos - o que não quer dizer que ela ficava acordada até tarde, mas que estava preparada para servir aos outros. Acho que, no meu caso, eu deveria sempre ter leite para o café da manhã!

Ela era disciplinada, o que significa que não ficava à toa, comendo o "pão da preguiça" (v. 27). Em vez de vê-la como uma perfeccionista que nunca pára, acho que, pelo seu desejo de honrar a Deus, ela nunca permitia nada em sua vida que comprometesse seu caminhar com o Senhor.

Por temer a Deus, cuidava de si mesma: "Cinge os seus lombos de força, e fortalece os seus braços" (v. 17). Sabia quão importante era manter-se forte, física e espiritualmente, para levar adiante os propósitos de Deus.

Por temer a Deus, era sensível aos necessitados. Gosto da posição desse versículo (v. 20) - como ela já tinha cuidado de sua família, de sua casa e dela mesma - então alcançava aos outros e com compaixão os servia.

Por temer a Deus, vestia-se apropriadamente e com bom gosto. Uma tradução dia que ela usava "linho fino e púrpura" (v. 22). Mais uma vez, seu desejo de agradar a Deus motivava cada coisa que fazia, até mesmo o tipo de roupa que decidia usar.

Mas ela não cuidava apenas de sua aparência externa. Devia andar firmemente com Deus, pois interiormente era forte, corajosa e perseverante. Era bondosa e cheia de honra. Outra evidência do temor ao Senhor era seu falar: sábio e bom. A boca fala daquilo que está cheio o coração; assim, seu coração devia estar cheio da sabedoria de Deus para que seu falar fosse de discernimento e consideração. Por temer a Deus, ela não temia nada mais, nem mesmo o futuro.

Fonte: trecho do livro A Jornada de uma Mulher ao Coração de Deus

Queridos amigos, eu preciso muito encaixar cada palavra desse texto em minha vida, no meu dia a dia.
E você?
O que lhe dá força física e espiritual?
Você busca isso pelo temor e reverência ao Senhor?